-- EDIT - 08/04/2015 --
- ... and just today!
-- EDIT - 27/05/2015 --
- Having a stroke?
-- EDIT - 27/05/2015 --
- One more!
Os três principais possíveis problemas com as culturas geneticamente modificadas são: 1) permitir o aparecimento de super ervas daninhas, 2) destruir as populações que vivem da pequena agricultura, e 3) os genes inseridos nas culturas podem passar para outras culturas.
Nas culturas tradicionais, para que o solo não fique desnutrido é feita uma rotação de culturas. As ervas daninhas têm de sofrer com vários tipos de erbicidas, dificultando o aparecimento de mutações que as tornem resistentes. Mas, embora improvável, essas mutações acontecem, como com as ervas daninhas resistentes aos inibidores de acetolactato sintase, e às triazinas. O glifosato é um herbicida menos poluente que os anteriores, e que mata qualquer tipo de planta, excepto as que contêm um gene que as torna imunes. Esse gene foi isolado e inserido noutras plantas, tornando-as resistentes ao glifosato. Isso permitiu que fosse apenas usado esse tipo de herbicida, e nenhuma erva daninha sobrevivesse. Até que apareceram ervas daninhas resistentes ao glifosato. O único remédio é começar a usar outros químicos juntamente com o glifosato, ou arranjar outros tipos de colheitas geneticamente modificadas. Por isso, sim, é verdade que as colheitas geneticamente modificadas permitem o aparecimento de super ervas daninhas.
As colheitas geneticamente modificadas permitem aumentar a produção em mais de 50%, aumentando o lucro quer dos grandes, quer dos pequenos produtores. Embora em alguns países, como a Índia o número de suicídio entre os agricultores tenha aumentado desde a introdução de culturas geneticamente modificadas, trata-se de uma correlação onde não foi possível identificar qualquer relação. O máximo que ser pode dizer é que ainda é cedo para perceber qual a relação entre benefícios e malefícios, mas os melhores e mais recentes estudos indicam que a balança pende para o lado dos benefícios.
Surgiu a notícia que no México apareceu no milho não modificado genes de milho geneticamente modificado dois Estados Unidos da América. Estudos posteriores foram inconclusivos, alguns encontraram o gene nas colheitas outros não. Não se sabe ao certo se a passagem se pode dar ou não. De qualquer modo, mesmo que a passagem ocorra isso não é necessariamente mau, pois melhora as suas capacidades de resistir a pragas.
No final, embora ainda muito se possa vir a descobrir, não parece que as culturas geneticamente modificadas sejam infalíveis, mas também não parece haver motivos para a sua vilificação.
Para saber mais veja este artigo.
Então o anúncio é mais ou menos assim: o reino precisa de limpeza urgente, até que chega um esplendoroso cavaleiro com um segredo na manga! Nota-se que este cavaleiro percebe mesmo de limpeza. Por isso só pode ser... uma mulher???
É só de mim ou o anúncio é um bocadinho sexista?



Lagarta da couve:
. Após a fecundação o macho pulveriza a fêmea com um anti-afrodisíaco que impede que esta seja fecundada por outros, e que permanece até os ovos fecundados serem depositados. Deste modo o macho assegura a sua descendência e os restantes machos evitam gastar o seu esperma numa fêmea já fecundada por outro.
Elefante marinho:
. Nesta espécie os machos dominantes chegam a acasalar com 20 a 40 fêmeas, no entanto os machos mais fracos necessitam aguçar o seu engenho para acasalar. Estes fazem-se passar por fêmeas de modo a entrar no território do macho dominante, e quando o apanham distraído, acasalam com uma fêmea do seu harém.
Pássaros jardineiros:
. De modo a seduzir a fêmea para consumar a cópula, estes pássaros constroem uma espécie de cabana no solo com cerca de um metro de altura, que é precedida por uma caminho que o macho decora minuciosamente com flores, vermes, conchas, penas e pedaços de vidro e plástico. Alguns chegam mesmo a pintar as paredes de vermelho, com uma mistura de saliva e corantes naturais.
Peixe eléctrico:
. O macho chama atenção da fêmea com pequenas descargas eléctricas, específicas da sua espécie quanto à frequência e intervalo entre descargas, que permitem ainda distinguir cada individuo do resto do grupo. O inconveniente é que não chama atenção apenas da fêmea, mas é também percebido por perigosos predadores eléctricos.
Mosca escorpião:
. A fêmea escolhe para acasalar, o macho que lhe trouxer o manjar mais apetitoso, isto é, o mais nutritivo, e com dimensões e peso aceitável. Bem, diga-se que elas são bastante exigentes: apenas aceitam um em cada dez pretendentes, o que leva os machos, já sem paciência, a acabar por tomar a fêmea à força.
