Normalmente quando uma Testemunha de Jeová se recusa a receber transfusões de sangue, eu apenas reviro os olhos, e não penso mais no assunto! Para mim é mais um caso para os Darwin Awards. Mas este caso tocou-me de forma diferente: uma mãe, Testemunha de Jeová, de nome Michelle, deu recentemente à luz uma menina, Emma Marie, mas perdeu muito sangue durante o processo. Normalmente dão-se transfusões de sangue para evitar que a mãe fique em risco de vida, mas Michelle recusou... e sua vida terminou pouco depois! Por causa dessa decisão (louvada por todos os seus companheiros religiosos) uma criança vai ter de crescer sem mãe.
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quarta-feira, março 25, 2015
quinta-feira, fevereiro 05, 2015
Compaixão na carne kosher e halal
Há um ano atrás a Dinamarca baniu a comida kosher e halal por questões relacionadas com o bem estar dos animais: para que a carne de um animal seja considerada kosher ou halal o animal deve estar consciente quando é abatido. A medida foi condenada pela população judaica e islâmica como sendo anti-semítica e islamofóbica, e rapidamente surgiram artigos em defesa dos métodos de morte usados nos matadouros kosher e halal. Num desses artigos pode ler-se: "a compaixão e o bem-estar dos animais são centrais a todo o processo" e "a velocidade e precisão da incisão assegura [a] perda imediata de consciência".
No mês passado o jornal The Telegraph publicou um vídeo gravado pelo grupo Animal Aid, com câmaras escondidas, onde se mostra um desses matadouro e onde se pode ver toda a "compaixão" com a qual os animais são tratados. O vídeo mostra animais a serem aterrorizados, a serem degolados não com um corte "veloz e preciso", mas sim com várias tentativas de corte (cinco num dos casos). Segundo Kate Fowler, da Aniaml Aid, é um dos vídeo com abusos "mais extremos" dos que a organização capturou.
A Halal Food Authority condenou a prática como sendo não representativa dos matadouros halal, e como sendo contrária à lei islâmica. Por outro lado, embora a percentagem de animais mortos em matadouros halal sem atordoamento seja de 20%, este número tem vindo a crescer devido a campanhas feitas por grupos islâmicos.
terça-feira, janeiro 25, 2011
Relativismo moral!
No livro «The blank slate», Steven Pinker apresenta esta citação do antropologista Donald Symons (tradução livre):
Se apenas uma pessoa em todo o mundo segurasse uma pequena menina aterrorizada, debatendo-se e aos gritos, lhe cortasse os genitais com uma lâmina séptica e a cozesse de novo deixando apenas um pequeno buraco para urina e fluxo menstrual, a única pergunta seria o quão severamente essa pessoa deveria ser castigada e se a pena de morte seria sanção suficiente. Mas quando milhões de pessoas o fazem, ao invés da enormidade ser magnificada milhões de vezes, de repente torna-se «cultura» e por isso, como que por magia torna-se menos, ao invés de mais horrível, e é até defendida por alguns «moralistas» ocidentais, incluindo feministas.
Se apenas uma pessoa em todo o mundo segurasse uma pequena menina aterrorizada, debatendo-se e aos gritos, lhe cortasse os genitais com uma lâmina séptica e a cozesse de novo deixando apenas um pequeno buraco para urina e fluxo menstrual, a única pergunta seria o quão severamente essa pessoa deveria ser castigada e se a pena de morte seria sanção suficiente. Mas quando milhões de pessoas o fazem, ao invés da enormidade ser magnificada milhões de vezes, de repente torna-se «cultura» e por isso, como que por magia torna-se menos, ao invés de mais horrível, e é até defendida por alguns «moralistas» ocidentais, incluindo feministas.
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