terça-feira, setembro 22, 2015

Não há direito!


O representante da Arábia Saudita foi nomeado para o Conselho de Direitos Humanos da ONU. Sim a mesma Arábia saudita que condenou Raif Badawi a 10 anos de prisão e 1000 chicotadas por expressar a sua opinião no seu blog pessoal. A mesma Arábia Saudita que condenou à morte por crucificação o menor Ali Mohammed al-Nimr por participar em protestos. A mesma Arábia Saudita que este ano já executou 85 criminosos, e que já publicou um anúncio para recrutar mais 8 executores.

Sim, parece-me que a nomeação da Arábia Saudita foi a escolha acertada!

quarta-feira, abril 22, 2015

Amnistia e Discriminação

A Amnistia Internacional é uma organização que eu suporto, e que desenvolve um trabalho que considero muito importante por esse mundo fora. Por isso não podia deixar passar este problema. Numa altura em que a animosidade sobre judeus está a aumentar, especialmente na europa, a Amnistia Internacional rejeitou realizar uma campanha para combater o anti-semitismo na Grã-Bretanha, num acto que me parece discriminatório.


Contactei a Amnesty International, mas até ao momento não recebi qualquer resposta tendo recebido a seguinte resposta (reproduzo apenas a parte relevante da mensagem):
At our AGM, after a really interesting debate where  everyone condemned discrimination against all ethnic and religious groups, our membership decided not to pass this resolution calling for a campaign with a single focus.   
The Board of Amnesty International UK did support this resolution and they will be considering the outcome of the vote at their next meeting.

Suporte bíblico!

Diretamente, ou com a interpretação "certa", encontram-se na bíblia passagens que podem ser usadas para justificar o que quer que seja, até violação de menores!


quarta-feira, abril 08, 2015

Gráfico mais inútil de sempre!

O que se passa na cabeça desta gente? Vamos acreditar que foi um professor que criou este gráfico para mostrar aos seus alunos o que não fazer...

terça-feira, abril 07, 2015

A man’s world!


"Don’t you be ashamed you go to a church with male leadership. Every church that’s right with God oughta have a sign: “Male Leadership.” Because that’s the only kind of leadership, both from Adam all the way to the last part of the Bible. It’s all been male. This is a man’s world!"

Call the cops?

They just don't stop!...



-- EDIT - 08/04/2015 --




-- EDIT - 27/05/2015 --




-- EDIT - 27/05/2015 --

quinta-feira, abril 02, 2015

Lógica homofóbica

Às vezes preocupo-me sobre o estado do país (e do mundo em geral), ao perceber a incompetência e falta de destreza no uso da lógica com que pessoas em cargos de poder lidam com algumas das questões mais importantes para o futuro da sociedade. Segue a descrição de um desses casos.



Nos Estados Unidos da América, no estado do Kentucky é ainda proibido o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A lei está a ser contestada, mas o governador do Kentucky, Steve Beshear, e a sua administração, estão determinados a defender a proibição. Numa resposta dada ao Supremo Tribunal de Justiça, o governador diz: "As leis sobre o casamento existentes no Kentucky tratam homossexuais e heterossexuais da mesma forma, e são neutras. Homens e mulheres, sejam hetero ou homossexuais, são livres para se casarem com pessoas do sexo oposto sob as leis do Kentucky, e homens e mulheres, sejam heterossexuais ou homossexuais, não se podem casar com pessoas do mesmo sexo sob as leis do Kentucky."

Imaginem que a discussão era sobre uma lei que proibia a frequência de sinagogas. Então, o mesmo argumento ficaria: "As leis sobre [sinagogas] existentes no Kentucky tratam [judeus] e [católicos] da mesma forma, e são neutras. Homens e mulheres, sejam [judeus] ou [católicos], são livres para [frequentarem uma igreja] sob as leis do Kentucky, e homens e mulheres, sejam [judeus] ou [católicos], não podem [frequentar sinagogas] sob as leis do Kentucky."

O ponto fulcral da questão é que é apenas do interesse dos judeus poderem frequentar as suas sinagogas, tal como é apenas apenas do interesse dos homossexuais casarem-se com pessoas do mesmo sexo. Ao negarem-se a ter em consideração os interesses dos homossexuais, estão a descrimina-los, numa atitude homofóbica.

terça-feira, março 31, 2015

O não-caso de Margot Wallström e outros politicamente correctismos


Há umas semanas atrás a ministra dos negócios estrangeiros sueca, Margot Wallström, criticou a Arábia Saudita pelo comportamento que o país tem para com as mulheres. Para quem não sabe, na Arábia Saudita, entre outras coisas, todas as mulheres, independentemente da sua idade, são obrigadas a ter um guardião do sexo masculino, são proibidas de conduzir, e apenas podem votar desde 2011 para cá. É também esse o país onde se pode ser condenado a 100 chicotadas, ou à pena de morte por ter uma opinião dissidente.

Seria de esperar que houvesse suporte no ocidente às palavras de Margot Wallström, mas, como nos incidentes com desenhos, tal não aconteceu: Margot Wallström foi imediatamente atacada, quer pela Arábia Saudita, quer por algumas figuras da esfera política europeia. Ao que parece o politicamente correcto ganha sempre...



Bangladeath!

Depois da morte de um blogger há alguns dias atrás, foi ontem feita mais uma vítima no Bangladesh. O crime: dizer o que pensam!

"They hacked him in his head and neck with big knives and once he fell on the ground they then hacked his body," he said.
Rahman's blog did not appear to focus on religious issues, although fellow writers said he opposed religious fundamentalism.

Police said he used a Facebook page under the name Washiqur Babu to post articles written by other writers that appeared to mock fundamentalist Islamic views.

Imagem: dailymail.co.uk

quarta-feira, março 25, 2015

Os pecados do (não) trabalho

Por causa das leis religiosas que regulam os sábados, os judeus ortodoxos não estão autorizados a ligar ou desligar o forno da cozinha (entre outras coisas) a partir do por do sol de sexta-feira, pois isso constitui trabalho, e a lei não permite que se trabalhe ao sábado. Para dar a volta ao problema eles normalmente deixam ligada uma placa de aquecimento para manter a comida quente durante o sábado. Num desses casos, em Nova Iorque, a mãe estava a manter a comida quente numa dessas placas, mas a placa avariou, causando um incêndio. O pai, que estava fora, assim como a mãe e uma filha, que saltaram para a rua por uma janela do segundo andar, sobreviveram ao incêndio. Outras sete crianças morreram. A mãe e a criança sobrevivente estão em estado crítico.


Testemunhos desumanos

Normalmente quando uma Testemunha de Jeová se recusa a receber transfusões de sangue, eu apenas reviro os olhos, e não penso mais no assunto! Para mim é mais um caso para os Darwin Awards. Mas este caso tocou-me de forma diferente: uma mãe, Testemunha de Jeová, de nome Michelle, deu recentemente à luz uma menina, Emma Marie, mas perdeu muito sangue durante o processo. Normalmente dão-se transfusões de sangue para evitar que a mãe fique em risco de vida, mas Michelle recusou... e sua vida terminou pouco depois! Por causa dessa decisão (louvada por todos os seus companheiros religiosos) uma criança vai ter de crescer sem mãe.


quinta-feira, fevereiro 05, 2015

Compaixão na carne kosher e halal

Há um ano atrás a Dinamarca baniu a comida kosher e halal por questões relacionadas com o bem estar dos animais: para que a carne de um animal seja considerada kosher ou halal o animal deve estar consciente quando é abatido. A medida foi condenada pela população judaica e islâmica como sendo anti-semítica e islamofóbica, e rapidamente surgiram artigos em defesa dos métodos de morte usados nos matadouros kosher e halal. Num desses artigos pode ler-se: "a compaixão e o bem-estar dos animais são centrais a todo o processo" e "a velocidade e precisão da incisão assegura [a] perda imediata de consciência".

No mês passado o jornal The Telegraph publicou um vídeo gravado pelo grupo Animal Aid, com câmaras escondidas, onde se mostra um desses matadouro e onde se pode ver toda a "compaixão" com a qual os animais são tratados. O vídeo mostra animais a serem aterrorizados, a serem degolados não com um corte "veloz e preciso", mas sim com várias tentativas de corte (cinco num dos casos). Segundo Kate Fowler, da Aniaml Aid, é um dos vídeo com abusos "mais extremos" dos que a organização capturou.

A Halal Food Authority condenou a prática como sendo não representativa dos matadouros halal, e como sendo contrária à lei islâmica. Por outro lado, embora a percentagem de animais mortos em matadouros halal sem atordoamento seja de 20%, este número tem vindo a crescer devido a campanhas feitas por grupos islâmicos.

quinta-feira, junho 20, 2013

Colheitas geneticamente modificadas

Os três principais possíveis problemas com as culturas geneticamente modificadas são: 1) permitir o aparecimento de super ervas daninhas, 2) destruir as populações que vivem da pequena agricultura, e 3) os genes inseridos nas culturas podem passar para outras culturas.

Nas culturas tradicionais, para que o solo não fique desnutrido é feita uma rotação de culturas. As ervas daninhas têm de sofrer com vários tipos de erbicidas, dificultando o aparecimento de mutações que as tornem resistentes. Mas, embora improvável, essas mutações acontecem, como com as ervas daninhas resistentes aos inibidores de acetolactato sintase, e às triazinas. O glifosato é um herbicida menos poluente que os anteriores, e que mata qualquer tipo de planta, excepto as que contêm um gene que as torna imunes. Esse gene foi isolado e inserido noutras plantas, tornando-as resistentes ao glifosato. Isso permitiu que fosse apenas usado esse tipo de herbicida, e nenhuma erva daninha sobrevivesse. Até que apareceram ervas daninhas resistentes ao glifosato. O único remédio é começar a usar outros químicos juntamente com o glifosato, ou arranjar outros tipos de colheitas geneticamente modificadas. Por isso, sim, é verdade que as colheitas geneticamente modificadas permitem o aparecimento de super ervas daninhas.

As colheitas geneticamente modificadas permitem aumentar a produção em mais de 50%, aumentando o lucro quer dos grandes, quer dos pequenos produtores. Embora em alguns países, como a Índia o número de suicídio entre os agricultores tenha aumentado desde a introdução de culturas geneticamente modificadas, trata-se de uma correlação onde não foi possível identificar qualquer relação. O máximo que ser pode dizer é que ainda é cedo para perceber qual a relação entre benefícios e malefícios, mas os melhores e mais recentes estudos indicam que a balança pende para o lado dos benefícios.

Surgiu a notícia que no México apareceu no milho não modificado genes de milho geneticamente modificado dois Estados Unidos da América. Estudos posteriores foram inconclusivos, alguns encontraram o gene nas colheitas outros não. Não se sabe ao certo se a passagem se pode dar ou não. De qualquer modo, mesmo que a passagem ocorra isso não é necessariamente mau, pois melhora as suas capacidades de resistir a pragas.

No final, embora ainda muito se possa vir a descobrir, não parece que as culturas geneticamente modificadas sejam infalíveis, mas também não parece haver motivos para a sua vilificação.

Para saber mais veja este artigo.

sábado, maio 04, 2013

Cif pouco limpo...

Então o anúncio é mais ou menos assim: o reino precisa de limpeza urgente, até que chega um esplendoroso cavaleiro com um segredo na manga! Nota-se que este cavaleiro percebe mesmo de limpeza. Por isso só pode ser... uma mulher???

É só de mim ou o anúncio é um bocadinho sexista?

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Street Fight

As regras na rua são outras...


Entrevista extraída do livro «Dead Or Alive» de Geoff Thompson (pag. 196-199, tradução livre):

«Nev e Steve estão nos seus vinte e poucos anos e fazem parte de um gangue infame de Coventry. Alguns dos detalhes foram alterados, a pedido deles, para proteger a sua identidade. Eles não estão reabilitados e ainda estão a monte.

Entrevistador: Por que é que lutas com pessoas, Steve?
Steve: Eu gosto de uma briga. Especialmente ao fim de semana, depois de sair do pub.
Nev: [risos] ou no pub.

Ent: Podes dar-ma um exemplo de um incidente?
Steve: Sim, estávamos a apanhar uma prostituta depois do pub, éramos cerca de seis, quando vimos um homem com a sua mulher. Ela era bastante boa, então eu gritei, 'Põe as tuas mamas para fora. [risos]. Nós todos começámos a rir. Mas o gajo que ia com ela não ficou muito contente. Eu acho que ele ia dizer alguma coisa, mas a mulher puxou-o para longe. Eu sabia que ele estava a ficar nervoso, então pensei em irritá-lo mais um pouco. Podia deixar as coisas por ali, mas os rapazes estavam a espicaçar-me. Então gritei 'Covarde de merda, a tua mulher luta todas as tuas batalhas, não é?' Isso atingiu-o e ele gritou 'Qual é o teu problema?' Eu podia ver que ele não queria realmente lutar, só não queria parecer um idiota na frente da patroa, montes de gajos são assim. De qualquer forma, todos nós corremos para ele, a mulher estava a tentar puxá-lo para longe, mas ele não deixou. Nós todos cercámo-los e eu disse,'Queres porrada, então?' Ele tentou-me dizer que eu não devia falar com uma mulher assim, e eu disse,'Que é que interessa, ela é apenas uma escória de merda.' Ele começou a ficar com raiva de novo, então eu gritei: 'VAMOS LÁ ENTÃO. VAMOS A ISSO! VAMOS!' Por essa altura eu estava com a minha cara encostada à dele, ele parecia que se ia borrar todo, então gritei-lhe bem na cara, 'ANDA! ANDA, VAMOS LÁ, seu merdas! E mandei-lhe uma cabeçada. Conforme ele caiu no chão, nós fomos todos em cima dele. A gaja tentou impedir-nos mas um dos rapazes deu-lhe também na cara. Vaca estúpida. Eu disse-lhe 'Sai-me da frente, saco de bosta.' Então chutámos o gajo até lhe saltarem as peças. Paneleiro. Mereceu tudo o que recebeu.

Ent: Por que é que o escolheste como vítima?
Nev: Ele estava lá, cheio de confiança.
Steve: E também estava a olhar para nós, como se fossemos uma merda.

Ent: O que queres dizer?
Nev: Ele devia ter ficado com a boca fechada e nós não o tinha-mos incomodado.

Ent: Tu lutas com toda a gente que passa por ti na rua?
Steve: Não, não com todos, nós temos de estar de bom humor.

Ent: Queres dizer que tens de ter bebido?
Steve: Não, não foi isso que eu disse.

Ent: Mas normalmente bebes primeiro?
Steve: Sim, acho que sim.

Ent: O que é que ele poderia ter feito para evitar o incidente contigo?
Nev: [risos] Viver numa cidade diferente. Não, olha, a sério, ele devia apenas afastar-se e manter a boca fechada, e olhar por ele abaixo.
Steve: Nós estávamos apenas na brincadeira, as pessoas levam tudo muito a sério. Se elas não nos derem conversa, então há grandes hipóteses de nós não lhes passarmos cartão.

Ent: O que é que tu farias se alguém insultasse a tua namorada?
Steve & Nev: Ninguém se atrevia, eles sabem o que ia acontecer.

Ent: Então, vocês são apenas rufias?
Steve & Nev: [ofendidos] De modo algum, nós lutámos com qualquer um, nós não intimidámos. Olha, se tu vives em Wood End, então é apenas assim que as coisas são, se alguém grita contigo ou com a tua senhora, tu não dizes nada de volta, a menos que estejas preparado para o que vem a seguir. Ele não estava, então levou algumas. Fim de história! É assim. Nesta terra é assim. Se ele não se queria arrepender devia ter engolido e recuado.

Ent: Conta-me sobre outro incidente, Steve.
Nev: Conta-lhe sobre o gajo que mandaste para o hospital. O que estava a olhar para ti.
Steve: Ah, sim. O idiota. Eu estava a cuidar da minha vida no bar e este tipo grande estava a olhar fixamente para mim, eu já estava de mau humor, porque o dinheiro do subsídio tinha acabado. Eu olhei para ele e disse 'Estás a olhar para onde, saco de vómito?' Ele disse que não estava a olhar para mim, mas de forma agressiva, então eu caminhei até ele e perguntei-lhe novamente para onde estava a olhar. Ele praguejou e disse que não estava a olhar, apenas pensou que me conhecia de algum lado. Eu disse que se ele queria porrada íamos até lá fora. Quando ele se ia a levantar, eu enfiei-lhe o meu copo pela cara dentro. Ele apagou logo.
Nev: [obviamente impressionado] Ele esteve montes de tempo no hospital.
Steve: A culpa é dele, não se devia ter armado.

Ent: Ouvi dizer que esfaqueaste um tipo no mesmo bar, Steve.
Steve: Ah, sim. Também já ouviste a história? Esse foi o barman. Ele acusou-me à polícia por causa do ataque com o copo, por isso também tinha de ter a parte dele. Eu ouvi dizer que ele sabia artes marciais, por isso não corri riscos. Eu entrei no bar no início da manhã, enquanto estava tudo tranquilo, e com poucas testemunhas. Quando ele me viu disse que eu estava proibido de entrar, mas eu disse: 'Meu, eu não quero problemas contigo, eu sei que sabes lutar, eu só quero dizer-te que não há ressentimentos da minha parte, vamos dar um aperto de mão.' E o camelo caiu. No instante em que ele agarrou a minha mão direita, eu puxei-o com força e esfaqueei-o mesmo nos rins. Ele caiu como um saco de merda. Mandei-lhe uns biqueiros e fui-me embora.

Ent: Por que achas que ele caiu na cantiga?
Steve: Não sabia como as coisas são. A maioria destes combatentes treinados são todos iguais. Só sabem bater em sacos. [ambos riem]

Ent: Se tu és um lutador tão bom, por que não fizeste uma luta justa com ele?
Steve: Foi uma luta justa. De onde viemos, aquilo era uma luta justa. Só porque não seguimos as regras de Queensberry  não quer dizer que não tenha sido justo. Tu percebes o que estou a dizer. A única pessoa culpada foi o idiota que eu esfaqueei, ele deveria saber as regras. Quer dizer, o que diabo é ele faz em Wood End se não sabe as regras. Talvez agora ele as aprenda.

Eu: Como escondeste a faca?
Steve: Eu meti-a na palma da minha mão e segurei-a contra a minha perna assim [demonstra]. De qualquer maneira ele ficou tão contente quando eu disse que não queria lutar, que não estava à procura de nenhuma arma. Todos eles caem.

Ent: Já tinhas feito isso antes?
Steve: Sim. Um monte de vezes. Nem sempre com uma faca, às vezes com um copo ou uma garrafa. Todos pensam nas regras de Queensberry. Que se lixe Queensberry, já está morto há cerca de cem anos. Eu não sigo as regras, eu só faço o que funciona. [ambos riem novamente]

Ent: O que farias contra alguém como você?
Steve & Nev: [rindo] Fugia.
Steve: A principal coisa é que eu não iria deixá-lo chegar perto de mim, ninguém chega perto de mim. E não acredito em nada do que me dizem, especialmente se dizem que não querem lutar. Se eles dizem que não querem problemas e se afastam, tudo bem, mas se eles dizem que não querem problemas e tentar chegar-se mais perto, então vai haver problemas. Especialmente os que tentam tocar-te, tu sabes, colocar o braço à tua volta como se fossem teus camaradas. Esses são os piores. Ah, e nunca dar apertos de mão a nenhum deles. É o truque mais velho do livro, mas caem todos nele. O Ben faz isso [falando para o Nev], dá-lhes um aperto de mãos e manda-lhes uma cabeçada. Não confies em ninguém.

Ent: Obrigado pelo vosso tempo.»

terça-feira, junho 07, 2011

Perfeito!!!

Como tratar uma doença que não existe? Com um medicamento que não existe...

Na Alemanha, os Doutores Católicos estão a «tratar» a homossexualidade com «medicamentos» homeopáticos!


terça-feira, abril 19, 2011

Piss Christ Destruído...

Qualquer obra de arte deve viver envolta em polémica. E sendo acima de tudo uma forma de expressão, a arte deve ser exercida livremente.
Em 2001 os talibans destruíram os Budas de Bamiyan por os considerarem ídolos. Num acto menos ousado, um grupo de cristãos destruiu este domingo, numa exposição em França, a obra de Andres Serrano, Piss Christ!