De onde vem a palavra asassino?
No século 11 existiu no mundo islámico um grupo político-religioso que agia de maneira oposta ao que a lei islâmica ordenava, cometendo assassinatos, usando drogas e promovendo orgias sexuais. A ordem foi fundada em 1090 pelo xeque Hassan al-Sabbah. Esta seita tinha em particular o facto de cometer todos os assassinatos sob a influência de haxixe. Durante os três séculos que a seita durou, o xeque Hassan Sabbah e os outros seis grão-mestres que o sucederam, obtiveram imenso poder político no mundo islâmico, através dos assassinatos que a ordem praticava.
O facto de andarem constantemente sob o efeito de haxixe levou a que fossem chamados de haxaxins, palavra que está na origem da palavra assassinos.
quarta-feira, janeiro 18, 2006
terça-feira, janeiro 10, 2006
O valor exacto de PI
Desde há muito tempo que se tenta obter um valor para a constante que relaciona o raio e o diâmetro do circulo, o número 'pi'. Uma dessas tentativas, talvez a mais curiosa, foi proporcionada por um médico americano, de seu nome Edward Johnston Goodwin, que em 1894 escreveu um artigo na revista "American Mathematical Monthly" intitulado "A quadratura do círculo", no qual afirmava (e "demonstrava") ter encontrado o valor verdadeiro de 'pi'. Segundo ele 'pi' valia exactamente 3,2! Dizia no mesmo artigo ter registado esse valor e obtido um copyright nos Estados Unidos, Alemanha, Gran-Bretanha, França, Espanha, Bélgica e Áustria.
Em 1896 dirigiu-se ao representante da câmara baixa do senado do estado de Indiana, que era Taylord I. Record, e apresentou-lhe um projecto "para uma lei que introduza uma nova verdade matemática e que se apresenta como uma contribuição para a educação a ser utilizada gratuitamente apenas pelo estado de Indiana".
Em Janeiro de 1897 o projecto passou por dois comités e foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra. Em Fevereiro o comité responsável remeteu-o à câmara alta do senado dos EUA "com a recomendação de que se deve aprovar a lei". Por sorte foi parar às mãos de um professor de matemática da Universidade de Purdue, que depois de recuperar do estado de perplexidade em que ficou ao ler o projecto de lei, escreveu um informe onde o pospunha sine die.
Em 1896 dirigiu-se ao representante da câmara baixa do senado do estado de Indiana, que era Taylord I. Record, e apresentou-lhe um projecto "para uma lei que introduza uma nova verdade matemática e que se apresenta como uma contribuição para a educação a ser utilizada gratuitamente apenas pelo estado de Indiana".
Em Janeiro de 1897 o projecto passou por dois comités e foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra. Em Fevereiro o comité responsável remeteu-o à câmara alta do senado dos EUA "com a recomendação de que se deve aprovar a lei". Por sorte foi parar às mãos de um professor de matemática da Universidade de Purdue, que depois de recuperar do estado de perplexidade em que ficou ao ler o projecto de lei, escreveu um informe onde o pospunha sine die.
Blogofilia
É a loucura! Num par de dias criei mais um blog, e com futuro (até posso ser o único a ler os posts, mas os outros é que ficam a perder).
É um blog onde escrevo com uns amigos, e é sobre... nada! É o releiro: Tiurya thu Kauz.
Dêem uma espreitadela, não vai doer!
É um blog onde escrevo com uns amigos, e é sobre... nada! É o releiro: Tiurya thu Kauz.
Dêem uma espreitadela, não vai doer!
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Controlar o período...
Nos povos asiáticos e vulgar usarem-se as falanges dos dedos para contar. Cada mão tem 14 falanges, o que permite contar até 28. Na china era frequente as mulheres atarem um fio à falange correspondente ao dia do início do ciclo mestrual para melhor o controlarem.
quarta-feira, janeiro 04, 2006
Octávius...
Os romanos só punham nomes próprios aos primeiros quatro filhos, aos seguintes nomeravam-nos: ao quinto chamavam Quintus, ao sexto Sextus, ao oitavo Octavius, ao décimo Décimus, e por aí fora.
Nas famílias mais numerosas era vulgar um dos filhos chamar-se Nomerios, que significa numeroso!
Nas famílias mais numerosas era vulgar um dos filhos chamar-se Nomerios, que significa numeroso!
terça-feira, janeiro 03, 2006
Natal, e coisas...
Não sei que diga...
Já há mais de dois meses que não vinha aqui escrever! Não tenho tido disponibilidade.
Mas cá estou, já num novo ano, e sem ideia nenhuma sobre um qualquer assunto muito ou pouco interessante que mereça aparecer neste blog.
Posso falar sobre o Natal! Foi agradável, como é costume. A família reunida na ceia de dia 24, os presentes, os amigos por perto... Bem agora que penso nisso, eu por acaso até costumo ter a família reunida para cear, pelo menos uma vez por semana... E tenho muitos dos meus amigos por perto durante 7 (5+2) dias por semana... Então a grande diferença são os presentes! Não. Acho que as pessoas andam mais alegres na quadra natalícia. As cores, as luzes, as músicas na rua, tudo isso nos faz derreter um pouco o coração.
Posso também falar da passagem de ano... Estamos em 2006, mais uma vez o Mundo não acabou, o que não que dizer que não esteja a acabar, antes pelo contrário. Este ano, não sei esplicar a razão, mas quase me passou despercebida a passagem de ano! Acordei na manha do dia 31, deviam ser 14h, e até perto das 23:30, o dia foi bastante banal. Só me apercebi realmente de que estávamos prestes a passar de ano quando começo a ver pessoas a contar as passas dos desejos e a subir para cima das cadeiras (?). Comi as dozes passas de uma vez. Não pedi doze desejos, pedi três. De qualque maneira, se houver alguem lá em cima para mos realizar, não se deve importar que eu Lhe digo os outros nove durante o ano, se os tiver.
Desceram das cadeiras pousando primeiro o pé direito no chão. Suponho que 2006 tenha vindo de baixo para cima!!!
Dediquei doze segundos à passagem de ano! O resto do tempo dediquei-o a mim.
O meu joelho está quase bom!
Tenho aulas às 14h, e nada pra fazer até lá. Esta noite ainda não dormi (nem vou dormir), mas tenho o resto da semana para por o sono em dia.
Vou continuar a navegar...
Já há mais de dois meses que não vinha aqui escrever! Não tenho tido disponibilidade.
Mas cá estou, já num novo ano, e sem ideia nenhuma sobre um qualquer assunto muito ou pouco interessante que mereça aparecer neste blog.
Posso falar sobre o Natal! Foi agradável, como é costume. A família reunida na ceia de dia 24, os presentes, os amigos por perto... Bem agora que penso nisso, eu por acaso até costumo ter a família reunida para cear, pelo menos uma vez por semana... E tenho muitos dos meus amigos por perto durante 7 (5+2) dias por semana... Então a grande diferença são os presentes! Não. Acho que as pessoas andam mais alegres na quadra natalícia. As cores, as luzes, as músicas na rua, tudo isso nos faz derreter um pouco o coração.
Posso também falar da passagem de ano... Estamos em 2006, mais uma vez o Mundo não acabou, o que não que dizer que não esteja a acabar, antes pelo contrário. Este ano, não sei esplicar a razão, mas quase me passou despercebida a passagem de ano! Acordei na manha do dia 31, deviam ser 14h, e até perto das 23:30, o dia foi bastante banal. Só me apercebi realmente de que estávamos prestes a passar de ano quando começo a ver pessoas a contar as passas dos desejos e a subir para cima das cadeiras (?). Comi as dozes passas de uma vez. Não pedi doze desejos, pedi três. De qualque maneira, se houver alguem lá em cima para mos realizar, não se deve importar que eu Lhe digo os outros nove durante o ano, se os tiver.
Desceram das cadeiras pousando primeiro o pé direito no chão. Suponho que 2006 tenha vindo de baixo para cima!!!
Dediquei doze segundos à passagem de ano! O resto do tempo dediquei-o a mim.
O meu joelho está quase bom!
Tenho aulas às 14h, e nada pra fazer até lá. Esta noite ainda não dormi (nem vou dormir), mas tenho o resto da semana para por o sono em dia.
Vou continuar a navegar...
O maior animal do Mundo!
Qual o maior animal que já existiu em todo o Mundo (em termos de massa corporal)???
O Elefante?
O Argentinossauro?
Nenhum se compara à Baleia Azul (Balaenoptera Musculus), que mede aproximadamente 31 metros (mais comprida que um Boeing 737), e pesa quase 200 toneladas (embora já tenha sido pesada uma fêmea com 390 toneladas)...
Para terem uma ideia do tamanho deste animal, saibam que um bebé humano poderia gatinhar pelo interior das suas artérias principais. Uma baleia azul recem-nascida pesa mais do que um elefante adulto, e ingere 380 litros de leite por dia nos primeiros sete meses de vida. Diga-se que não é uma boa dieta, pois a cada dia que passa o seu peso aumenta 91Kg!
Encontra-se em extinção desde os anos sessenta, altura em que a sua captura foi proibida. Estima-se que existam actualmente 3 mil baleias azuis no Mundo. Até aos anos sessenta foram mortas de entre 60 a 350 mil pelos baleeiros.
O Elefante?
O Argentinossauro?
Nenhum se compara à Baleia Azul (Balaenoptera Musculus), que mede aproximadamente 31 metros (mais comprida que um Boeing 737), e pesa quase 200 toneladas (embora já tenha sido pesada uma fêmea com 390 toneladas)...
Para terem uma ideia do tamanho deste animal, saibam que um bebé humano poderia gatinhar pelo interior das suas artérias principais. Uma baleia azul recem-nascida pesa mais do que um elefante adulto, e ingere 380 litros de leite por dia nos primeiros sete meses de vida. Diga-se que não é uma boa dieta, pois a cada dia que passa o seu peso aumenta 91Kg!
Encontra-se em extinção desde os anos sessenta, altura em que a sua captura foi proibida. Estima-se que existam actualmente 3 mil baleias azuis no Mundo. Até aos anos sessenta foram mortas de entre 60 a 350 mil pelos baleeiros.
quinta-feira, outubro 27, 2005
Futebol!!!
No final do ano lectivo passado, enquanto jogava futebol na praia com amigos meus, lesionei-me no joelho. Nessa noite não dormi tais eram as dores, e no dia seguinte fui ao SAP de Cinfães, onde me diagnosticaram uma luxação no joelho. Deveria passar em duas semanas, mas não passou. Fui de novo ao médico, que me mandou fazer uma ecografia ao joelho. Fi-la ontem. Ainda não sei os resultados finais, mas o médico que fez o exame já me disse que, pelo menos, tenho uma ruptura de ligamentos da parte interior do joelho. Porreiro. Por causa do futebol, não posso jogar futebol, não posso treinar karaté, não posso treinar kung-fu, não posso ir correr pra Quinta do Covelo, não posso fazer nada...
Em dezembro vai haver o campeonato regional de karaté, no Marco de Canavezes, e quase de certeza que não vou poder ir. Não treinando, não vou estar preparado.
Dam'it!
Em dezembro vai haver o campeonato regional de karaté, no Marco de Canavezes, e quase de certeza que não vou poder ir. Não treinando, não vou estar preparado.
Dam'it!
Já está...
Confirma-se. Depois de uma grande batalha, a "minha" lista ganhou as eleições para a comissão da residência Jayme Rios.
Foi difícil, mesmo sendo a única lista a concorrer...
Foi difícil, mesmo sendo a única lista a concorrer...
quinta-feira, outubro 20, 2005
Bons momentos!
Maus momentos, podem ser produtivos. Eu já tive a felicadade de passar por maus momentoss. Num desses momentos, escrevi:
Quando se ama demais, nunca se é verdadeiramente feliz. O amor deixa marcas que nunca se esquecem, e feridas que nunca saram.
Já amei. Já amei demais, e mais não amarei. E que melhor sítio para nos escondermos do amor, se não no ódio? Não o procurei, já cá estava. O amor e o ódio são um só, inseparáveis, mas só um se manifesta. O amor não presta, não nos deixa viver. O ódio mantem-nos vivos. A raiva dá-nos coragem.
Não se é feliz amando. Nem odiando, mas ao menos não nos sentimos coitados. Não amando, não se precisa de ninguém. Eu não preciso de ninguém. Enquanto me tiver a mim, tenho tudo o que preciso. Não odeio ninguém, não desejo mal a ninguém, ninguém me interessa o suficiente para isso. Não acredito que alguém goste de mim. Não desejo que ninguém me ame como eu amei, ninguém merece tal castigo. Toda a dor que já senti, foi por culpa de quem amei, por culpa de quem dizia que me amava.
Não percebo como há pessoas que ainda queiram amar. Idiotas. Sempre me foi fácil amar. Sempre amei, e que ganhei com isso? Sofrimento, desilusão, desespero.
Não espero encontrar ninguém que me faça feliz. Pra quê esperar? Eu estou bem comigo mesmo. Eu, a minha guitarra e as minhas letras. Amantes, tenho pena de vós. Quantas lágrimas ainda precisais derramar pra que percebeis que no fim nada resta que não ódio. Puro ódio, para o puro amor.
09 de Fevereiro de 2004 - 22:01
Quando se ama demais, nunca se é verdadeiramente feliz. O amor deixa marcas que nunca se esquecem, e feridas que nunca saram.
Já amei. Já amei demais, e mais não amarei. E que melhor sítio para nos escondermos do amor, se não no ódio? Não o procurei, já cá estava. O amor e o ódio são um só, inseparáveis, mas só um se manifesta. O amor não presta, não nos deixa viver. O ódio mantem-nos vivos. A raiva dá-nos coragem.
Não se é feliz amando. Nem odiando, mas ao menos não nos sentimos coitados. Não amando, não se precisa de ninguém. Eu não preciso de ninguém. Enquanto me tiver a mim, tenho tudo o que preciso. Não odeio ninguém, não desejo mal a ninguém, ninguém me interessa o suficiente para isso. Não acredito que alguém goste de mim. Não desejo que ninguém me ame como eu amei, ninguém merece tal castigo. Toda a dor que já senti, foi por culpa de quem amei, por culpa de quem dizia que me amava.
Não percebo como há pessoas que ainda queiram amar. Idiotas. Sempre me foi fácil amar. Sempre amei, e que ganhei com isso? Sofrimento, desilusão, desespero.
Não espero encontrar ninguém que me faça feliz. Pra quê esperar? Eu estou bem comigo mesmo. Eu, a minha guitarra e as minhas letras. Amantes, tenho pena de vós. Quantas lágrimas ainda precisais derramar pra que percebeis que no fim nada resta que não ódio. Puro ódio, para o puro amor.
O que nos move?
Nascer, viver, morrer. Das 3, a maior é a mais pequena, mas não passam umas sem as outras. Nascemos, sem ninguém nos consultar, querendo ou não. Morremos quase sempre na mesma condição. E durante a vida, será que temos opinião? Sim, sem dúvida. A questão é: para quê? Qual é o interesse de viver? Qual é o interesse de aprender? Qual é o interesse de sentir? Todos temos o mesmo final, independente daquilo que fazemos: a morte! Podemos poder escolher o que vivemos e como vivemos, mas qual é o objectivo? O que é que nos faz viver? Porque é que somos infelizes? Porque é que passamos maus momentos? Estupidez? Talvez... Já que vamos morrer, ao menos que vivámos bem!
Durante a vida podemos fazer as escolhas erradas, e o caminho natural para a morte pode ficar mais tortuoso. Também podemos estar na ilusão que já nenhuma decisão nos pode tirar de um percurso que não queremos percorrer. No primeiro caso a morte é bem vinda, no segundo também!
Morrer é natural, assim como viver, mas o ser humano não gosta de mudanças. Não queremos nascer. Não queremos morrer. Não pode ser assim... Eu quero morrer! Eu vou morrer. E não, falar na morte não dá azar. O que dá azar é não saber aproveitar a vida. Aproveitar para um futuro que pode não existir, porque para a morte, nada se aproveita.
Vou jogar futebol.
Durante a vida podemos fazer as escolhas erradas, e o caminho natural para a morte pode ficar mais tortuoso. Também podemos estar na ilusão que já nenhuma decisão nos pode tirar de um percurso que não queremos percorrer. No primeiro caso a morte é bem vinda, no segundo também!
Morrer é natural, assim como viver, mas o ser humano não gosta de mudanças. Não queremos nascer. Não queremos morrer. Não pode ser assim... Eu quero morrer! Eu vou morrer. E não, falar na morte não dá azar. O que dá azar é não saber aproveitar a vida. Aproveitar para um futuro que pode não existir, porque para a morte, nada se aproveita.
Vou jogar futebol.
Semana de engenharia!
Estamos na semana de engenharia. Todos os anos, esta semana é o releiro. Este ano, para mim, as coisas estão diferentes. Gostava de fazer mais do que posso, mas fica para o próximo ano! O que interessa é que o que se faz, faz-se bem feito. E também é bom assim!
segunda-feira, outubro 03, 2005
Fim das férias!
Já estou em aulas. Quer dizer, não estou em aulas, mas já podia estar em aulas! O que eu quero dizer é que as aulas já começaram...
Estas férias foram produtivas por demais. Grandes mudanças se operaram em mim (psicológicas, se bem que o meu cabelo tb está bastante grande), mudanças essas que recebi de bom grado.
É o releiro!
Foi dia 23!
Estas férias foram produtivas por demais. Grandes mudanças se operaram em mim (psicológicas, se bem que o meu cabelo tb está bastante grande), mudanças essas que recebi de bom grado.
É o releiro!
Foi dia 23!
sexta-feira, julho 15, 2005
Férias!
Já estou de férias.
Finalmente vou descansar... Hoje vou fazer uma directa sem fazer nada, para me ir acostumando, e amanhã vou passar a noite na praia, só para me habituar... No sábado vou dormir a manhã toda, para entrar no ritmo, e vou-me deitar de tarde ao Sol a tocar guitarra para não me desacostumar.
Bom, está à porta um período difícil, por isso vou parar de escrever, que já me estou a cansar...
Finalmente vou descansar... Hoje vou fazer uma directa sem fazer nada, para me ir acostumando, e amanhã vou passar a noite na praia, só para me habituar... No sábado vou dormir a manhã toda, para entrar no ritmo, e vou-me deitar de tarde ao Sol a tocar guitarra para não me desacostumar.
Bom, está à porta um período difícil, por isso vou parar de escrever, que já me estou a cansar...
segunda-feira, junho 27, 2005
S. João e Gabriel García Márquez!
Já acabou o S. João. Este ano, passei a festa própriamente dita na invicta, e ainda fui à festa na minha aldeia nos dois dias seguintes. Já há 3 anos que lá não ia, e embora o divertimento seja diferente (ou de forma mais obtusa, menor), é muito bom ver algumas caras (e corpos) que já se não vêem há algum tempo. Ontem, por exemplo, estive com a Sara - gostei imenso de te ver -, que não via há quase dez (?) anos - como o tempo passa..., e já só por isso valeu a pena ter lá ido! Mas não foi tudo, claro. É no tempo de festa que, muitas vezes conseguimos ver um outro lado das pessoas, o que pode ser bastante interessante, ou mais ainda.
Bom, mas para o ano há mais, certamente, e até lá, há que saber colher o que de bom a experiência nos ofereceu - e por muito má que uma experiência seja, trás sempre algo de bom.
Uma outra experiência, não menos boa, é ler os livros do Gabriel. Ainda não acabei de ler "O amor nos tempos de cólera", mas não resisti a vir aqui por algumas palavras que me marcaram. Aqui vão:
"Bastou-lhe um interrogatório insidioso (...) para comprovar mais uma vez que os sintomas do amor são idênticos aos da cólera. (...) (Ela) comprazia-se nos sofrimentos do filho como se fossem seus. (...) agasalhava-o com cobertores de lã para iludir os arrepios, mas ao mesmo tempo encorajava-o a alimentar a sua prostração.
- Aproveita agora que és novo para sofreres o mais que puderes - dizia-lhe -, porque estas coisas não duram toda a vida."
"Tinham-se passado quase dois anos de correspondência frenática quando (...), numa carta de um só parágrafo, (ele) fez formalmente a proposta de casamento (...) Em pánico, (ela) correu a contar à tia (...)
- Responde-lhe que sim - disse-lhe -, mesmo que estejas morta de medo, mesmo que te venhas a arrepender, porque, de qualquer maneira, vais-te arrepender durante toda a vida se lhe responderes que não."
Bom, mas para o ano há mais, certamente, e até lá, há que saber colher o que de bom a experiência nos ofereceu - e por muito má que uma experiência seja, trás sempre algo de bom.
Uma outra experiência, não menos boa, é ler os livros do Gabriel. Ainda não acabei de ler "O amor nos tempos de cólera", mas não resisti a vir aqui por algumas palavras que me marcaram. Aqui vão:
"Bastou-lhe um interrogatório insidioso (...) para comprovar mais uma vez que os sintomas do amor são idênticos aos da cólera. (...) (Ela) comprazia-se nos sofrimentos do filho como se fossem seus. (...) agasalhava-o com cobertores de lã para iludir os arrepios, mas ao mesmo tempo encorajava-o a alimentar a sua prostração.
- Aproveita agora que és novo para sofreres o mais que puderes - dizia-lhe -, porque estas coisas não duram toda a vida."
"Tinham-se passado quase dois anos de correspondência frenática quando (...), numa carta de um só parágrafo, (ele) fez formalmente a proposta de casamento (...) Em pánico, (ela) correu a contar à tia (...)
- Responde-lhe que sim - disse-lhe -, mesmo que estejas morta de medo, mesmo que te venhas a arrepender, porque, de qualquer maneira, vais-te arrepender durante toda a vida se lhe responderes que não."
quarta-feira, junho 22, 2005
Afinal...
Afinal, vim ontem a descobrir que vão entrar em vigor novos regulamentos, e que eu para o ano não devo ter direito a residência, por isso não sei onde irei morar... Fiquei um bocado abatido, mas um serão no jardim com a minha guitarra e com os meus amigos a jogar cartas, e a dar uns toques na bola, chegaram para me recompor quase por completo. Há que olhar em frente (isto tb é para ti Joana... - tal como disseste, ganhaste um anjo!).
domingo, junho 19, 2005
quinta-feira, junho 16, 2005
Outra vez...
Nos últimos três anos, morei em três sítios diferentes: primeiro em Ermesinde, depois em Gaia, agora no Porto. Em Ermesinde era porreiro. Demorava um bocado a chegar à faculdade, mas tinha autocarros toda a noite, comboios, tinha o MaiaShopping por perto... Não estava mal. Em Gaia, as coisas eram diferentes. O Arrábida ficava a alguns minutos de autocarro, demorava uma hora e meia para chegar à faculdade, de inverno ficava todo molhado só até à paragem do autocarro... mas por outro lado, morava a dez... segundos da praia, e de verão era um regalo... Tinha cerca de 6 bares num raio de 100 metros, tinha uma casa enorme, só para mim, onde cheguei a fazer algumas festas memoráveis... Mas durou apenas um ano. Agora estou na Jayme Rios, a dividir um quarto com um colega meu. Muita coisa mudou... Já não vou ao café sozinho, demoro 15 minutos até à faculdade, conheci montes de pessoas novas, muitas das quais são agora grandes amigos. Divirto-me muito mais, mas sinto a falta da maresia pela manhã, e de enterrar os pés na areia húmida pela tardinha, depois de uma corrida de 15 Km ao longo da costa... Há poucos dias recebi a notícia que me levou a escrever este post: para o ano que vem, não vou poder ficar a morar aqui. Nem eu, nem nenhum dos meus amigos e colegas com quem partilho esta nobre casa. E se é triste para mim, que estou aqui há um ano, imagino para quem já aqui mora há 4, 5 ou mais anos... Por outro lado, vamos continuar a morar juntos, e num sítio onde muitos não acreditariam podermos morar: na RUF (Residência Universitária Feminina)! Parece um contracenso, e é! Mas a ideia está a ser aceite com algum entusiasmo, e já originou bastantes piadas e brincadeiras. Estou certo que todos sabemos que muita coisa vai mudar. Novos hábitos, novas regras... Ao contrário do que todos julgam, eu acho que não vai ser fácil, pelo menos a princípio, mas vamo-nos habituando, claro, e o facto de morarmos no mesmo prédio onde moram (quase) 200 raparigas é bastante aliciante. De todos os pontos de vista!
terça-feira, junho 07, 2005
terça-feira, maio 17, 2005
pois é...
É só pra avisar que este blog ainda está vivo, embora bastante doente, com febre da carraça!!!
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